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Diabetes aumenta em 25 vezes o risco de amputações

Dia Mundial do Diabetes que acontece nesta terça-feira, dia 14 de novembro

O Dia Mundial do Diabetes que acontece nesta terça-feira, dia 14 de novembro. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF), o Brasil tem aproximadamente 14 milhões de pessoas vivendo com a doença. Nesse universo, cerca de 1 milhão de pacientes desenvolverão úlceras e 200 mil precisarão passar por amputações, das quais cerca de 40 mil levam o indivíduo a óbito.

O risco de um pessoa com diabetes sofrer uma amputação é 25 vezes maior do que o de um indivíduo sem a doença, sendo que cerca de 10% dos pacientes. Podem sofrer amputação de membros inferiores, causados pelo pé diabético – infecção, ulceração ou qualquer tipo de destruição dos tecidos dos pés.

“Esses números são muito preocupantes. Infelizmente, ao não controlar adequadamente a glicemia (nível de açúcar no sangue) e o uso correto de medicamentos, criam-se condições para o aparecimento de complicações que afetarão sensivelmente a qualidade de vida do paciente e da sua família”, esclarece o presidente da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD), Dr. Fadlo Fraige Filho. Entre as complicações microvasculares da doença estão os danos nos nervos – que podem levar à diminuição da sensação de dor e agravar feridas existentes nos pés – nos rins e nos olhos – que podem evoluir para insuficiência renal e cegueira, respectivamente.

Ainda de acordo com dados do Ministério da Saúde, entre 40% e 70% de todas as amputações das extremidades inferiores estão relacionadas ao diabetes. sendo que 85% delas são precedidas de uma ulceração nos pés. “Se essas lesões fossem evitadas ou tratadas adequadamente na fase inicial seria possível impedir a perda do membro, por isso é tão importante a prevenção e o controle do diabetes”, complementa o presidente da ANAD.

O problema, no entanto, é muito mais grave, pois de 15% a 19% dos pacientes submetidos a uma amputação não sabiam que tinham diabetes e foram diagnosticados apenas quando a lesão se tornou crônica e complexa. Um em cada dois portadores de diabetes não sabe que tem a doença.

O pé diabético também representa um problema econômico significativo, principalmente se a amputação resultar em hospitalização prolongada e reabilitação, além dos custos indiretos, relativos à perda de produtividade do paciente, às despesas individuais e à perda de qualidade de vida3. No Brasil, estimativas indicam que os custos com o diabetes chegam a US$ 3,9 bilhões ao no, sendo que o Sistema Único de Saúde (SUS) gasta cerca de US$ 2.108,00 por paciente diabético em atendimento ambulatorial2.

As taxas de amputação podem ser reduzidas em mais de 50% se forem tomados cuidados simples, como controlar a glicemia, inspecionar pés e calçados e visitar o médico regularmente. “É importante aderir ao tratamento do diabetes que também inclui examinar periodicamente os pés e não minimizar feridas e lesões, que devem ser analisadas por um profissional de saúde para que recebam o tratamento adequado”, explica a vice-coordenadora do Programa de Mestrado e Doutorado em Enfermagem da Universidade de Guarulhos, Viviane Carvalho.

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Fonte: Wscom/Assessoria

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