Detida de forma preventiva por suspeita de participação na morte do próprio filho, o menino Henry Borel, de 4 anos, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, alega ‘temer pela vida’ dentro do Instituto Penal Ismael Sirieiro caso seja colocada no convívio de outras prisioneiras na unidade.
Desde que chegou ao presídio, Monique já relatou ter sido vítima de ameaças de outras detentas, com gritos de “vai morrer”. Diante disso, a mãe de Henry, que tem o período de isolamento se encerrando neste sábado (15), por conta da quarentena obrigatória, deve permanecer em uma cela restrita.
De acordo com informações do jornal “Extra”, a professora manifestou medo de ficar no convívio coletivo desde sua chegada na prisão no dia 8 de abril, quando foi presa de forma temporária por atrapalhar as investigações do caso. Nesta época, o inquérito ainda era apurado.
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Fonte: i7