02/02/2022
Caso Moïse: no IML, família descobre que órgãos do jovem haviam sido retirados sem autorização Caso Moïse: no IML, família descobre que órgãos do jovem haviam sido retirados sem autorização
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Mãe e irmão foram ao IML 12 horas após a morte do jovem e órgãos haviam sido retirados.

Moïse Kabamgabe, de 24 anos, foi morto em um quiosque do Posto 8, na Barra da Tijuca,  Rio de Janeiro. O crime aconteceu no dia 24 de janeiro e está repercutindo nas redes sociais desde o fim de semana. A agressão ao jovem foi filmada pela câmera de segurança do local.

Os familiares de Moïse, incluindo a mãe e o irmão, só ficaram sabendo da morte do rapaz na manhã de terça-feira (25), cerca de 12 horas após a morte dele. No quiosque, o congolês foi espancado e amarrado. Quando a polícia chegou, ele já estava morto.

O corpo foi encaminhado ao IML e lá aconteceu algo que revoltou a família. Na hora do reconhecimento do corpo, os familiares encontraram o corpo de Moïse sem os órgãos. A informação foi confirmada pela prima de Moïse, Faida Safi.

A jovem afirmou que a família recebeu a notícia da morte e se dirigiu para o IML do Rio de Janeiro, na terça pela manhã. Ao chegar ao local, os familiares de Moïse descobriram que o corpo estava sem os órgãos. Não houve autorização da mãe dele para que os órgãos fossem retirados. O IML terá que responder o que aconteceu.

Suspeito se entregou à polícia

Um homem gravou vídeo informando que havia participado das agressões a Moïse. O suspeito compareceu a 34ª DP de Bangu. De lá, foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios, que investiga o caso. De acordo com as investigações, cinco homens participaram da sessão de espancamento ao jovem que chegou ao Brasil em 2014. Acompanhado da família, ele fugiu da guerra e da fome no Congo.  As investigações continuam e o caso está ganhando repercussão nacional.

Portalpatos

Fonte: i7news

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