Pai de adolescente investigado critica acusações sem evidências e cobra esclarecimento público sobre a apuração da morte do cão comunitário.
O caso da morte do cão comunitário Orelha, vítima de agressões na Praia Brava, em Florianópolis, continua em destaque nacional. A investigação conduzida pela Polícia Civil envolve quatro adolescentes, mas até o momento não foram divulgados nomes em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
As diligências incluem a apreensão de celulares dos jovens, encaminhados para perícia técnica. O objetivo é identificar registros que possam contribuir para esclarecer os fatos. Até agora, familiares afirmam que não foram apresentadas provas concretas que confirmem a participação dos investigados.
Pai revela que não foram apresentadas provasEm meio às apurações, o pai de um dos adolescentes decidiu se manifestar publicamente. Ele declarou que não compactua com crimes e reforçou que, caso seja comprovada a participação do filho, ele deve responder pelos atos.
O pai destacou que até o momento não houve apresentação de evidências. Segundo suas palavras, “até agora só foram acusações, acusações, acusações e não apresentaram absolutamente nada”. Ele acrescentou que a família aguarda a conclusão das perícias para que os fatos sejam esclarecidos de forma oficial.
Provas na investigaçãoA manifestação foi exibida em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, no dia 1º de fevereiro de 2026. Na ocasião, o pai ressaltou que busca justiça tanto quanto a sociedade, mas reforçou que a investigação precisa apresentar provas claras para confirmar ou descartar a participação dos adolescentes. O posicionamento trouxe à tona a cobrança por esclarecimento e transparência na apuração da morte do cão comunitário Orelha.
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Fonte: 1 News