Ranking é liderado por presidente da Câmara, Hugo Motta, seguido por ministro da Defesa e da Fazenda e presidente do STF
Em 2025, a FAB (Força Aérea Brasileira) realizou pelo menos 1.286 voos de apoio a pedido de autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário brasileiro, com o transporte de 9.977 passageiros. Desses voos, 437 foram solicitados por motivos de segurança, 842 como serviço e sete tinham como justificativa ambas as categorias (entenda diferenças abaixo).
Os dados são de levantamento feito pelo R7 Planalto via Lei de Acesso à Informação e com base na transparência ativa da Aeronáutica. Para fazer o cálculo, a Coluna desconsiderou os voos compartilhados (80) entre mais de uma autoridade.
Veja raio-x de quem mais viajou de FAB:
A Coluna também questionou o valor gasto pelo governo para atender a esses pedidos. Em resposta via LAI, no entanto, a FAB informou que “custos operacionais da Força Aérea Brasileira são dados de caráter reservado, com prazo de restrição de acesso reservado”, ou seja, tem o sigilo de cinco anos.
Classificação dos voos Serviço:Esse tipo de solicitação ocorre quando a autoridade precisa cumprir agenda oficial, como, por exemplo, participar de compromissos institucionais, reuniões do governo, eventos oficiais ou missões no exterior.
Segurança:O voo é solicitado nessa categoria quando é necessário proteção da autoridade, independente da agenda oficial. Esses casos envolvem risco elevado da integridade física do solicitante, como ameaças formais, grau de exposição pública ou alguma avaliação de órgãos de segurança.
Segurança/Serviço:A categoria híbrida é usada quando há justificativa oficial e de segurança reforçada para a autoridade. Ou seja, o deslocamento é para cumprir demandas institucionais, mas também há necessidade de proteção.
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